
Voltando a trabalhar com a terra sigilatta
e a queima primitiva, alguns "potes" ou vasinhos
de alunas do atelier "antes e depois" da queima.
Uma pesquisa de cores e saberes,
experimentações e queimas diferenciadas.
Na Africa, lá em Ghana o pessoal fazia
as queimas abertas e trabalhava sempre em grupos.
do preparar o barro ao fazer a peça até a queima...
Retomar a cerâmica primitiva trabalhando
em cima das vivências e experiências
dessa viagem e mais uma bagagem anterior
com o Maneno e a Máyy da cerâmica Peruana.
Redescobrir um outro universo de resultados e informações.
Aprender e reaprender sempre é muito bom
Mas também é importante passar adiante esse conhecimento
e através de pesquisa conjunta fazer crescer a técnica.



